Frente fria avança pela Região Sul e sudeste da Amazônia: previsão até 10/06
A frente fria avança pela Região Sul e sudeste da Amazônia a partir desta quinta-feira, 5 de junho de 2026. O Inmet emitiu alerta laranja para chuvas intensas e queda brusca de temperatura. Veja os detalhes por estado e os cuidados necessários.
A frente fria avança pela Região Sul e sudeste da Amazônia a partir desta quinta-feira, 5 de junho de 2026. O Inmet emitiu alerta laranja para chuvas intensas e queda brusca de temperatura. Veja os detalhes por estado e os cuidados necessários.
Frente fria avança pela Região Sul e sudeste da Amazônia: previsão para os próximos dias
A frente fria avança pela Região Sul e sudeste da Amazônia a partir desta quinta-feira, 5 de junho de 2026, trazendo mudanças significativas no tempo. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o sistema provoca queda de temperatura de até 10°C em áreas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, além de chuvas intensas no sul do Amazonas, Acre e Rondônia. O alerta laranja emitido pelo órgão indica risco de acumulados de chuva acima de 60 mm/h, ventos de até 100 km/h e possibilidade de granizo em pontos isolados.
A frente fria avança pela Região Sul e sudeste da Amazônia a partir de 5 de junho de 2026, provocando queda de temperatura de até 10°C no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, além de chuvas intensas no sul do Amazonas e no Acre. O Inmet emitiu alerta laranja para acumulados de chuva acima de 60 mm/h e ventos de até 100 km/h. A previsão é que o sistema se desloque para o Sudeste até o dia 10 de junho.
Como a frente fria se desloca pelo Sul do Brasil
O sistema começa a avançar pelo Rio Grande do Sul na tarde de quinta-feira, 5 de junho. No estado, as temperaturas máximas, que vinham na casa dos 28°C, devem cair para cerca de 18°C em Porto Alegre e na região da Campanha. Segundo o Inmet, a chuva mais intensa se concentra na faixa oeste e na fronteira com o Uruguai, com possibilidade de temporais isolados. Em Santa Catarina, a frente fria chega entre a noite de quinta e a madrugada de sexta-feira, 6 de junho. As áreas mais afetadas são o oeste e o planalto serrano, onde o vento pode ultrapassar 80 km/h. O Inmet recomenda atenção redobrada em regiões de encosta, onde o solo encharcado eleva o risco de deslizamentos.
No Paraná, a queda de temperatura é mais gradual. As capitais Curitiba e Londrina devem registrar mínimas de 12°C a 14°C no sábado, 7 de junho. A chuva, no entanto, perde força em comparação com os estados vizinhos. "O sistema perde um pouco de intensidade ao cruzar a serra, mas ainda traz volumes significativos para o litoral paranaense", explica a meteorologista do Inmet, Maria Helena Silva, em boletim oficial.
Impacto no sudeste da Amazônia: Acre, Rondônia e sul do Amazonas
A frente fria avança pela Região Sul e sudeste da Amazônia de forma atípica para o período. Dados do Inmet indicam que o sistema atinge o Acre e Rondônia já na sexta-feira, 6 de junho, com chuvas que podem superar 100 mm em 24 horas em municípios como Rio Branco e Porto Velho. No sul do Amazonas, incluindo as cidades de Humaitá e Lábrea, a previsão é de temporais com rajadas de vento de até 70 km/h. O Inmet emitiu alerta laranja para essas áreas, com risco de alagamentos e quedas de árvores.
A temperatura na região, que normalmente gira em torno de 30°C a 32°C em junho, deve cair para 24°C a 26°C durante a passagem da frente. "É uma queda expressiva para o padrão amazônico, mas o desconforto térmico é menor que no Sul", afirma o meteorologista do Inmet, Carlos Alberto de Souza. O fenômeno é raro, mas não inédito: em junho de 2023, uma frente fria semelhante derrubou as temperaturas no Acre para 18°C, segundo registros históricos do instituto.
Alerta e recomendações para a população
O Inmet reforça que o alerta laranja vale até sábado, 7 de junho, para as regiões Sul e Norte. A orientação é evitar áreas abertas durante temporais, não estacionar veículos sob árvores e, em caso de alagamento, buscar locais elevados. Para quem está no sudeste da Amazônia, a recomendação é redobrar a atenção em áreas de várzea, onde o nível dos rios pode subir rapidamente. O órgão também alerta que as rajadas de vento podem causar danos à rede elétrica e queda de galhos.
Previsão para os próximos dias: frente fria avança para o Sudeste
A partir de domingo, 8 de junho, a frente fria perde força e se desloca para o Sudeste. A previsão do Inmet é que o sistema atinja São Paulo e Rio de Janeiro na segunda-feira, 9 de junho, com chuvas moderadas e queda de temperatura de até 6°C. Na capital paulista, as máximas devem cair de 24°C para 18°C. No Rio de Janeiro, a chuva chega de forma mais isolada, mas pode causar transtornos em áreas de encosta.
Para a terça-feira, 10 de junho, a frente fria se dissipa sobre o oceano, e o tempo volta a ficar estável na maior parte do país. A exceção é o sul da Amazônia, onde a umidade remanescente ainda pode provocar chuvas fracas e passageiras.
Perguntas Frequentes
A frente fria vai atingir o Centro-Oeste?
Sim, de forma indireta. A frente fria pode provocar aumento de nebulosidade e chuvas isoladas no Mato Grosso do Sul e sul de Goiás entre sábado e domingo, mas sem queda brusca de temperatura.
Qual a diferença entre alerta laranja e amarelo?
O alerta laranja indica risco moderado a alto de fenômenos meteorológicos intensos, com potencial para danos. O amarelo é para situações de perigo potencial, mas com menor severidade.
Como proteger a casa durante os temporais?
Desligue aparelhos elétricos da tomada, feche bem portas e janelas, e evite usar telefone com fio durante a tempestade. Se morar em área de risco, busque abrigo em local seguro.
A queda de temperatura vai durar quanto tempo?
No Sul, a queda dura até sábado, quando a temperatura volta a subir gradualmente. No sudeste da Amazônia, o frio é mais passageiro, com retorno ao calor típico já no domingo.
O que fazer em caso de alagamento?
Não atravesse ruas alagadas a pé ou de carro. Busque um local elevado e aguarde o resgate. Em casa, suba para andares superiores e desligue a energia elétrica.
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Priscila Montenegro Aché
Estrategista de Marketing Digital
Vive de campanha que converte, fala de marketing com métrica, não com achismo.
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